6/8/10
E REAPARECE O ADIVINHO DA ESQUINA…
Continuação do estudo do livro Em Defesa da Astrologia de John West - Cap. I Origens , Parte B - A prostituta da Babilônia – A Bela Adormecida desperta :
Conheça o livro, clicando aqui http://ecologiadoser.blog.terra.com.br/2010/03/29/estudo-do-livro-em-dedesa-da-astrologia/
Foi na Inglaterra, porém, que a atual mania por horóscopos de jornal começou
Em 1930, mais a título de brincadeira, o jornal Sunday Express publicou um artigo astrológico sobre o horóscopo da então recém-nascida princesa Margaret. Ele incitou tamanha avalanche de correspondência que o astrólogo responsável pelo artigo, R. II. Naylor, foi contratado para escrever uma série. A reação foi muito boa, mas um tanto inesperada; a circulação do jornal cresceu, e os jornais rivais ficaram tão ansiosos por informar e esclarecer seus leitores que, primeiro na Inglaterra, depois na França, Alemanha e América, as colunas dc previsão astrológica tornaram-se um item indispensável da imprensa popular.
Essa incipiente astrologia popular não tinha o mesmo tipo de previsão global que tem hoje (no qual todos os nascidos em Leão terão problemas financeiros, enquanto os escorpianos encontrarão uma atraente pessoa desconhecida), sendo mais a astrologia mundial — consagrada pelo tempo ealtamente imprecisa — da espécie contra a qual o profeta Isaías vociferou.
Essa incipiente astrologia popular não tinha o mesmo tipo de previsão global que tem hoje (no qual todos os nascidos em Leão terão problemas financeiros, enquanto os escorpianos encontrarão uma atraente pessoa desconhecida), sendo mais a astrologia mundial — consagrada pelo tempo c altamente imprecisa — da espécie contra a qual o profeta Isaías vociferou.
Naylor, o primeiro dos astrólogos a causar sensação, foi também o mais pitoresco, certamente o mais corajoso e, no final das contas, provavelmente não mais impreciso do que os outros. Ao contrário da maioria de seus colegas, ele ousou fazer previsões verificáveis e precisas. Quando acertava, bradava mais alto que qualquer um; quando errava, ninguém era mais rápido na justificativa: "Desde 1919, tenho consistentemente previsto que a paz seria mantida entre as grandes nações do planeta. Minhas pesquisas astrológicas convenceram-me de que não podemos mais ter tanta certeza; a sombra da guerra paira sobre o mundo" (Prediclion, março dc 1936).
Continua
Sonia Beth – Astrologia
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