22/6/10
Astrologia na Renascença 3/3
Continuação do estudo do livro Em Defesa da Astrologia de John West - Cap. I Origens , Parte B - A prostituta da Babilônia – A filha tola continua:
Conheça o livro, clicando aqui http://ecologiadoser.blog.terra.com.br/2010/03/29/estudo-do-livro-em-dedesa-da-astrologia/
“Entrementes, alguns indivíduos tentavam refinar as técnicas astrológicas. Johann Muller (1436-1476), matemático, astrônomo,aperfeiçoou a rudimentar teoria das “casas” que vigorava desde Ptolomeu. Foi Muller , sob o pseudônimo eufônico e latinizado de Regiomontanus que ofereceu o embasamento astronômico das 12 casas, relacionando-as com os 12 signos. A base fora estabelecida pela divisão criada por Ptolomeu – Ascendente, Meio do Céu, Descendente e Nadir – mas foi Regiomontanus quem deduziu os complexos cálculos matemáticos envolvidos. Em tese, a divisão em 12 casas foi aceita pelos astrólogos de toda a Europa; na prática , porém, a definição dos limites exatos das casas intermediárias é um problema que atormenta tanto os astrólogos atuais quanto os de então.
Assim, com o descrente interesse do público pelo aspecto espiritual da astrologia e com a crescente procura da profecia astrológica, , as verdadeiras inadequações da astrologia, e, pior ainda, dos astrólogos, tornaram-se cada vez mais evidentes aos olhos dos pensadores. Criou-se uma situação em que os piores aspectos da astrologia vieram a predominar justamente quando uma nova safra de pensadores seculares e cerebrais estava surgindo. Esses homens, como seus descendentes atuais, eram incapazes de entender simbolismos e princípios de hierarquia. Assim, a astrologia - cada vez mais enfraquecida – foi ridicularizada por se aquilo que nunca pretendeu ser,
Esta é uma grande distância da afirmativa costumeira de que Copérnico, Kepler e Newton “destruíram” a astrologia.”
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Sonia Beth – Astrologia
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