3/6/10
A prostituta de Babilônia : ela corrompe Roma 4/9
Continuação do estudo do livro Em Defesa da Astrologia de John West - Cap. I Origens , Parte B - A prostituta da Babilônia
Conheça o livro, clicando aqui http://ecologiadoser.blog.terra.com.br/2010/03/29/estudo-do-livro-em-dedesa-da-astrologia/
“Como fundadores do estoicismo, os gregos forneceram o ambiente filosófico para o florescimento de uma astrologia que não era puro simbolismo pitagórico, nem profecias baratas de feira, sequer estudo psicológico, mais um aparato filosófico, usado para dar sustentação ao materialismo panteísta estóico; em diversos aspectos, uma doutrina similar ao materialismo ateu hoje dominante (em seus vários disfarces – “humanismo”, “existencialismo”, “religião ética”,etc.).
Tal como o materialismo moderno, o estoicismo teve influências sobre as classes intelectuais e dominantes da época, e a astrologia serviu ao estoicismo com a mesma função emocional que a ciência moderna serve ao materialismo moderno. A astrologia era, para os estóicos, o estudo da manifestação da vontade divina; a ciência moderna é, para o materialista, o estudo das manifestações de acidentes não divinos – contudo, ambas pressupõem a inevitável ação de causa-e-efeito.
Num universo totalmente predeterminado pela vontade divina, tal como um, em que os efeitos insignificantes seguem-se automaticamente a causas acidentais, interessar-se pela natureza das causas é um absurdo. Apesar disso, os estóicos - tal como seus colegas modernos – não conseguiriam se furtar a querer saber que efeito se seguiria a determinada causa. Tal como nossa ciência, dois mil anos depois, a astrologia foi forçada a dar informação fútil e monótona.”
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Sonia Beth – Astrologia
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