ASTROLOGIA - ECOLOGIA DO SER

O autoconhecimento a serviço da Ecologia.

31/3/10

Protesto!

 Continuação do estudo do livro Em Defesa da Astrologia de John West - Introdução

  " Mas neste ponto a acusação pode muito bem protestar : Desde quando a experiência pessoal em si tem valor como prova? Ainda mais como prova científica? E esse protesto tem de ser sustentado.

Qum poderia dizer que os críticos modernos, pondo à prova a astrologia, partilhariam da experiência de Kepler? Dê violinos a uma dúzia de crinaças sem ouvido musidcal e elas logo provarão cientificamente,  que não se pode extrair  música de tais aparatos.Elas podem até provar, para sua própria satisfação, que sequer existe música. Contudo, dada a milenar experiência  dos astrólogos e a eminências de tantos partidários da astrologia, a experiência é um fator que nenhum júri imparcial descartaria facilmente, especialmente  ao se aproximar a hora do veredito.

É esta combinação de refinamento metafísico, evidência científica direta e indireta e crença nascida  da experiência  que permite aos  astrólogos  sustentar  suas conviccções  com tão pouco receio.

 Não que os astrólogos sejam crédulos  ou desonestos, é que os críticos  da astrologia (por motivos psicológicos profundos, que serão discutidos na Parte IV – Heresia na igreja do progresso) são incapazes de reagir emocionalmente às grandes verdades metafísicas sobre as quais se baseia astrologia, e que a recomendaram a tantas das grandes mentes do passado. É esta incapacidade emocional que, por um lado, incita tamanha hostilidade irracional e, por outro, impede esses críticos de admitirem o corpo de evidências científicas – elaborado de acordo com os padrões apresentados por eles mesmos – que prova o argumento.

Primeiramente há ainda certa confusão entre a ciência da astronomia , por um lado e o hocus-pocus medieval da astrologia por outro (…) astronomia é o estudo do universo; a astrologia, que pretende predizer as características e os destinos humanos observando as posição dos planetas, não tem qualquer fundamento científico, e pode muito bem ser resumida com uma palavra “lixo”(…)
Não posso deixar de fazer aqui uma breve digressão para cabo da astrologia; a chamada ciência, de acordo com a qual as posições dos planetas afetam a vida e o caráter dos seres humanos. Suponha, por exemplo, que o planeta Marte esteja na constelação de Escorpião (…) Os astrólogos afirmam que isto terá efeitos profundos sobre a criança (nascida sob tal figuração). Mas, o que exatamente se quer dizer ao afirmar que um planeta “está” numa constelação? Os planetas estão muito próximos de nós em comparação às estrelas (…) Tachados com argumentos desta espécie, os astrólogos geralmente se afastam frustrados, murmurando com suas barbas algo sobre Antigos Ensinamentos e Influências Esotéricas. Nada mais precisa ser dito.
Patrick Moore Lutterworth, Naked eye astronomy ( A astronomia a olho nu), 1966
 
Essa passagem é típica do nível de crítica dirigida à astrologia (veja mais exemplos na Parte II , “Objeções à astrologia”). Contudo, ao contrário da afirmativa do Sr. Moore, os astrólogos – barbados ou não – julgam seus argumentos extremamente não taxativos. Eles não tem a menor preocupação em contestá-los. E discordando, ainda mais, sustentam firmemente que há muito mais coisas a se dizer sobre o assunto.
 
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Sonia Beth – Astrologia
(11) 83124709

 

criado por Sonia Beth    19:40:04 — Arquivado em: Em Defesa da Astrologia, Estudo de Livro, Introdução — Tags:

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